3ºDia – 26 Outubro

(em actualização)

Partilhar Excedentes, Domingo – 26 de Outubro

Vale da Sarvinda – O Projecto

Frederico Abreu e Dennis Posthumus

O Projecto Vale da Sarvinda tem o objectivo de fixar Pessoas à Terra, sendo sustentável ao nível: Económico, Ambiental e Social.

Ou seja, criar condições para se viver de forma mais natural, integrada, socialmente responsável e desenvolvendo as capacidades humanas (especialmente através da arte).
É um modelo de negócio que pretende gerar valor.
Esse valor será obtido tendo em vista diversas actividades – agrícolas, turismo rural, actividades de ar livre, formação, saúde entre outras.
Em todas existirá o respeito absoluto pela pessoas, pelo ambiente (Terra) e com utilização sustentável dos recursos existentes.
O modelo de negócio que se irá construir terá em conta o ambiente social envolvente tentando estimulá-lo, integrando-o no próprio projecto – seja através da criação de emprego, criação de novas valências e serviços na região ou da educação ambiental. Queremos sensibilizar o meio envolvente para a descoberta de práticas sustentáveis a todos os níveis de actividade.
Queremos no fundo fechar ciclos – conseguir autonomia financeira, autonomia alimentar, gerar mais energia do que aquela que se consumir, tratar resíduos produzidos, no fundo, encontrar soluções nos problemas -, e mostrar que a sustentabilidade não é apenas uma palavra mas a realidade no presente. Hoje.

Vale da Sarvinda
Sabedoria | Criatividade | Amor
sarvinda logo

O Projecto Vale da Sarvinda foi constituído formalmente em 20 de Dezembro de 2011. Em Maio de 2013 começou a ocupação dos cerca de 180ha na zona do Tejo Internacional, nas margens do rio Pônsul (perto de Alfrívida, entre Vila Velha de Ródão e Castelo Branco). Hoje, conta com cerca de 30 trabalhadores (alguns dos quais residentes no espaço), vários projectos agrícolas a serem implementados, um Parque de Campismo, um centro de Formação Permanente, um Projecto de Construção Natural, entre outros projectos.
Inspirou-se nos princípios da Permacultura, Agricultura Biodinâmica, Agricultura Natural entre outros.
Já transformou vários sonhos em realidade. Mas continua a sonhar.

Empresas para Um Futuro – o Design Permacultural e a sustentabilidade da Empresa

Miguel Leal

Pode, uma empresa, basear-se nos princípios da Permacultura – cuidar da Terra; cuidar das Pessoas; partilhar justamente os excedentes – e ser bem sucedida num Mercado extremamente competitivo, como aquele em que nos movimentamos, hoje?
Na TimberBee, acreditamos que sim.

Sim, será necessário que a empresa seja economicamente sustentável, ou, por outras palavras, que dê lucro, não só para sobreviver, como, também, para poder crescer e alargar o seu impacto positivo.
Através do design permacultural, podemos planear a nossa empresa de modo a torná-la mais resiliente, minimizar o seu impacto negativo, maximizar o seu impacto positivo e, a prazo, atingir um estado que lhe permita ter um impacto líquido no Planeta e na Sociedade.
Usando a TimberBee (http://www.timberbee.com) como exemplo, é isto que pretendemos demonstrar com esta apresentação.

Migueleal
Depois de se ter licenciado em Ciências do Meio Aquático, Miguel Leal fez o curso de operações especiais com o exército português e vadiou durante 7 anos pela América do Norte, tendo vivido em Vancouver, Toronto, e nas Montanhas Rochosas. Durante esse tempo, fotografou e escreveu para revistas como a Grande Reportagem e a Volta ao Mundo, sobre a Natureza, experiências, aventura, e a vida dos povos nativos. Uma das suas aventuras favoritas era caçar, na companhia dos seus amigos índios e esquimós, aprendendo, com eles, a arte da sobrevivência na Natureza.
Depois de ter experimentado as alegrias e a responsabilidade da paternidade, voltou, com a companheira Maria João, à sua cidade Natal, Paredes, para criar a filha, Maria.
Pelo caminho, concluiu o mestrado em Engenharia dos Recursos Florestais, rachou muita lenha, ensinou na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e foi co-fundador do movimento Paredes em Transição e da empresa TimberBee.
Hoje, entre outras coisas, dedica-se à apicultura e à construção das colmeias TimberBee, usando serrações portáteis para obter parte da madeira que usa.
O movimento Paredes em Transição é uma rede de amigos que partilham a preocupação de que a debilitante dependência em combustíveis fósseis baratos de que a nossa sociedade e economia padecem possa vir a resultar em graves e imprevisíveis problemas de que a tecnologia não conseguirá livrar-nos, e que poderão afectar muito negativamente o nosso futuro.

Coopérnico – Energia verde, sustentabilidade e cidadania

Nuno Brito Jorge e Henrique Paranhos

A Coopérnico é a primeira cooperativa Portuguesa de energias renováveis e foi fundada em Novembro de 2013 por um grupo de 16 cidadãos vindos de diferentes áreas profissionais e com diferentes backgrounds, mas que partilham uma preocupação comum: o desenvolvimento sustentável.

Juntos desenvolvemos projectos de energias renováveis e repartimos os benefícios entre os investidores, a sociedade e o planeta. Para além de promover o investimento colectivo em projectos de energia renovável, prestamos serviços de eficiência energética e esperamos em breve entrar no mercado da comercialização de electricidade. Juntos fazemos a Revolução da Energia Verde!

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Troca a Tod@s

Antónia Silvestre 

Com o objectivo central de pensar e construir soluções de consumo solidárias que possam contribuir para dinamizar a economia local e que valorizem os saberes das pessoas, permitindo-lhes em simultâneo responder a necessidades de consumo concretas, a CooLabora, Grupo Covilhã em Transição, o Teatro das Beiras, iniciaram um processo dinâmico de envolvimento das pessoas e das instituições em Janeiro de 2014, abrindo um espaço de debate na comunidade, organizado em encontros.

Cada encontro tem um momento de fortalecimento das relações entre membros, com algumas dinâmicas de quebra-gelo; discussão sobre o tema do consumo; planificação dos próximos passos e avaliação.
No seguimento destes encontros foi criado o grupo Troca a Tod@s, este que por sua vez foi o responsável pelo lançamento e organização da 1ª Feira de Trocas da Covilhã com uso da moeda social, o TEAR. A moeda social aparece como um mecanismo inovador e facilitador das trocas e gerador de riqueza local.
A Feira de Trocas e todo o processo foi construído de forma muito participativa e os membros foram desde o início muito activos no processo de construção/tomada de decisões.
Foi possível compatibilizar a participação das pessoas e a de entidades parceiras ou colaborantes. Neste momento há mais 7 entidades do concelho interessadas em se envolverem no processo e na organização da 2ª Feira de Trocas da Covilhã com uso da moeda social.
O Troca-a-Tod@s compatibiliza uma vertente lúdica (as dinâmicas de grupo) que reforçam os laços entre membros; uma vertente de capacitação (a discussão de temas e visionamento de vídeos sobre os impactos das decisões de consumo e sobre as moedas sociais); e uma vertente económica de criação de possibilidades de acesso a bens e serviços.

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O Grupo Troca a Tod@s, nasceu em Janeiro de 2014, da vontade de 3 instituições em contribuir com um espaço debate sobre formas alternativas de valorizar as pessoas e os seus saber-fazer e como forma de pensar formas solidárias e responsáveis de consumo. Foi adoptado o nome Troca a Tod@s por decisão e consenso do grupo, assim como a ideia de organizar a feira de trocas com o uso da moeda social. Neste momento esta ideia já evoluiu e são quatro as feiras de trocas que o grupo quer promover durante o ano. Conta com 7 entidades envolvidas e com 180 membros.

Projecto Matriz – MatBag | Lancheiras recicláveis

Virgínia Batista

Objectivo:
Valorizar o eco empreendedorismo como forma de criar respostas aos problemas sociais e económicos da atualidade, transformando material descartável (lixo) em matéria-prima.
Reforçar o conceito Eco empreendedorismo na comunidade, transformando, inovando, priorizando os princípios do socialmente justo, ambientalmente correto e economicamente viável.

Descrição da ideia:
Após o encerramento da campanha eleitoral, surgiu a questão “onde vão parar todas as lonas e tarjas?… ao lixo”, foi com base nesta questão que surgiu a ideia de criar lancheiras recorrendo a telas e lonas publicitárias, evitando o seu destino habitual…o lixo.
A ideia tornou-se, para nós, pertinente pelas dificuldades económicas que se fazem sentir no nosso pais, e que maioria das pessoas empregadas, crianças e jovens, levam o almoço/ lanche etc. para os locais de trabalho ou escola, tornando-se para isso indispensável uma lancheira para o transporte.
Em primeiro lugar criamos uma resposta sustentável para o reaproveitamento das tarjas e lonas; em segundo lugar, facilitamos o transporte de lanches e afins de forma simples e comoda e em terceiro lugar, pretendemos transformar “lixo” em peças únicas de eco design acrescentando-lhe notícias locais que possam assim, divulgar a nossa região.
Na prática queremos criar um modelo de lancheira que possa também ser uma forma de marketing, dado que em cada peça será incluída uma notícia local ou do projeto Matriz E5G, como forma de divulgar o que é feito.
A lancheira será feita no projeto Matriz, recorrendo à atividade da revestir que recorrendo ao voluntariados e aos participantes do projeto, que produzirão lancheiras para que possam ser comercializadas, assim como, nos articularemos com as entidades locais e até mesmo nacionais para criar circuitos de comercialização, e assim tentar, uma fonte de rendimento para pessoas que se encontram sem situação de desemprego.

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Rotas e Raízes

Ricardo Nabais

A Rotas e Raízes tem como principal propósito divulgar e dinamizar o património natural e cultural, promover o desenvolvimento rural, valorizar os recursos e saberes locais e atraindo novos visitantes e povoadores para o Interior.
A Rotas e Raízes é uma empresa jovem que promove as potencialidades da Natureza, através de actividades ao ar livre, recriações de práticas agrícolas, participação em Feiras com produtos locais (Azeite, Mel, Licores, Sabão).
É propósito da empresa consolidar conhecimentos e contactos que nos permitam sustentar uma rede de parceiros que propicie, a quem nos visite e a quem reside nos concelhos do Interior, uma vivência rica, genuína e em plenitude com a natureza e património cultural e social.
A empresa é detentora do Projecto Gesterra – Agricultura e Floresta, criado pelo sócio Ricardo Nabais, que é composto por duas Bolsas, de Interessados, onde se devem inscrever as pessoas interessadas em tratar terrenos; e uma bolsa de terrenos abandonados, onde os proprietários com terrenos que não tenham disponibilidade/possibilidade de os tratarem os possam ceder aos interessados.

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A Rotas e Raízes – Animação Turística, Serviços Agrícolas e Florestais é uma empresa criada em Janeiro de 2013, com sede na Freguesia do Casteleiro, Concelho do Sabugal.
O Projecto Gesterra – Agricultura e Floresta foi criado no ano de 2011, tendo recebido o primeiro prémio no Concurso de Mais Ideias Guarda, promovido pela CLDS da Guarda. O projecto encontra-se em fase de angariação de terrenos, tendo já inscritos na Bolsa de Interessados 250 pessoas, de várias regiões do país.
Temos já alguns interessados a explorar terrenos cedidos, mas pretendemos que o projecto ganhe maior dimensão brevemente.
A Empresa Rotas e Raízes desenvolve actividades de animação turística, tendo sempre como cenário principal a Natureza, promovendo o património natural e cultural. A promoção dos produtos locais tem sido outro dos nossos serviços, através de presenças em feiras, em vários pontos do país.
Pretendemos continuar a promover as potencialidades do concelho do Sabugal e de toda a Região Interior.

Master Unit: Agir na cidade ou no campo?

Filippo Basso

Para desenvolver uma comunidade saudável temos de voltar para o campo? Teremos de encontrar uma nova vivência nas cidades? Temos de voltar a usar as metedologias e ferramentas do passado? Ou será que é a tecnologia digital que nos vai ajudar a encontrar soluções?
Uma Master Unit é um projecto que inspira e proporciona um estilo de vida mais equilibrado, saudável e pró-activo, baseada no serviço à comunidade e ao meio ambiente. Funciona como um núcleo de desenvolvimento local e regional para a transformação das comunidades, através da aplicação de um modelo socio-económico sustentável, demonstrando in loco novas tecnologias ecologicamente sustentáveis, considerando a cultura e a arte como parte integrante do crescimento humano, colocando ao dispôr de todos diversas linhas guias que facilitam a sua replicabilidade.
Ananda Kalyani, a Master Unit Portuguesa, tem como objectivo criar uma comunidade ecológica que funciona como um modelo de serviço multi-facetado na zona sul do parque natural da Serra da Estrela e de desenvolvimento quer urbano quer rural, de forma a integrar estas duas vertentes da região que tendencialmente se encontram de costas voltadas.
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Apresentação do livro “Amoreiras, Permacultura para uma Aldeia”

André Vizinho, Filipa Santos e João Gonçalves

Venha conhecer o primeiro livro de Permacultura Português, criado para apresentar a proposta da Permacultura para uma aldeia, a Aldeia das Amoreiras. Depois de um trabalho profundo de envolvimento com a comunidade durante anos através do Centro de Convergência, uma equipa de designers de Permacultura da Perma D, fizeram um design de Permacultura para esta aldeia do Alentejo com propostas inovadoras e uma visão de sonho para uma região de baixa densidade populacional.
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Os designers de Permacultura responsáveis por este trabalho são André Vizinho, Filipa Santos, João Gonçalves, Maurício Umann e Jorge Crespo. Todos eles são formadores de Permacultura e todos eles estão envolvidos em vários projectos de implementação com experiências profissionais e de vida muito complementares. Todo este trabalho foi complementado em grande parte pela equipa do Centro de Convergência e pela população da Aldeia das Amoreiras e amigos.

Sistema de Retenção de água de Tamera (The Water Retention Landscape of Tamera – Landscape Healing and Regenerative Water Mangement)

Christoph Ulbig

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Christoph Ulbig studied International Forest Ecosystem Management (B.Sc.) after working as an ecological builder and carpenter in Germany. He has been researching in Romania, Kenya and Fiji in the field of community based landscape and forest management. Since 2005 he is a co-worker of the Healing Biotope 1 Tamera, Portugal, coordinating large scale ecological buildings with straw, timber and clay. In 2010 he is took a leading position in the ecology team. In the establishment of the Water Retention Landscape of Tamera he focuses on forest, wildlife, water and human interaction. Currently he is teaching and consulting about landscape restoration and regenerative water management and coordinates the scientific research within Tamera.

Feira de “Partilha de Excedentes” – Partilha de saberes, conhecimento, troca de produtos, oficinas…

Rede Convergir

David Avelar

Irá ser apresentado a Rede CONVERGIR que é uma iniciativa que pretende mapear projectos sustentáveis e inspiradores em Portugal para que em rede possamos cooperar, potenciar as nossas sinergias e contribuir para uma sociedade equilibrada e uma vida humana em harmonia com o meio envolvente.
A Rede CONVERGIR é um projecto sem fins lucrativos e open source, cujos objectivos são:

Mapa

i. mapear a diversidade de projectos sustentáveis e inspiradores em Portugal;
ii. facilitar a criação de redes de interajuda e partilha entre projectos;
iii. captar, divulgar e promover o conhecimento desenvolvido pelos projectos;
iv. comunicar e promover o aparecimento de novos projectos inspirados nestes modelos.
v. Integrar o crescente número de pessoas que procuram estes modelos alternativos

Calendário

i. mapear eventos que contribuam para a consciencialização da necessidade da transformação e promovam a capacitação da população;
ii. comunicar e divulgar estes eventos a potenciais interessados;
iii. sincronizar os eventos de modo a que haja uma melhor distribuição de cursos e workshops ao longo do ano evitando a competição por participantes.

A rede é gerida por várias pessoas e segue vários princípios:
Cooperação e interdependência – o contributo de cada pessoa objectiva o bem comum e promove as relações baseadas na colaboração entre indivíduos e projectos.
Transparência e integração – desde o seu início a ideia foi partilhada, integrando o contributo de quem dela teve conhecimento e assim entendeu por bem fazer.
Auto-regulação e propriedade partilhada – a informação de entrada é gerida por um grupo de voluntários que é rotativo consoante as dinâmicas de motivações e desmotivações pessoais. A rede não representa os projectos, estes é que representam a rede.
Abrangência e descentralização geográfica – o projecto procura ter colaboradoras/es que cubram a generalidade do território de Portugal e estejam próximos dos projectos.

A Rede CONVERGIR é moderada actualmente por 5 pessoas (ver foto): André Vizinho, Carolina Madeira, David Avelar, Filipe Alves e Pedro Garrett.
Moderadores Rede CONVERGIR

David Avelar – Nasci em Portugal, vivi em Moçambique e passei pelas Ilhas Canarias (onde fiz o PDC), mas agora voltei à minha cidade natal, Lisboa. Sempre tive uma forte ligação com a natureza e interesse pessoal para as questões do desenvolvimento sustentável. Estou envolvido no planeamento de projectos locais de permacultura e no movimento de transição a diferentes níveis: Internacional (candidaturas a projetos de investigação), nacional (rede de colaboração http://www.redeconvergir.net) e local (participante da Iniciativa Transição Universitária da FCUL ).
A nível profissional, sou licenciado em Biologia, mestre em ciências e tecnologias do ambiente e atualmente estou a trabalhar como investigador no grupo de investigação Climate Change Impacts, Adaptation and Modeling (CCIAM) onde estou a fazer o doutoramento.

Saber do Sabão

Elisabete Sabão

A oficina de sabão resume-se em 3 ingredientes, um dos quais será óleo/azeite usado para que se possa fazer o reaproveitamento do mesmo em beneficio da fauna e da flora. Será uma oficina básica com todos os procedimentos para se fazer um bom sabão de uso domestico.
elisabetesabao

Elisabete, natural da vila de Belmonte, terapeuta freelancer, voluntária e saboeira, o azeite já fazia parte das mezinhas caseiras há muito tempo e por coincidência um amigo aquando do seu regresso a Portugal trazia a ideia de confeccionar sabão… depois o sabão tomou forma, vida e hoje espalha magia.

Recolha e Conservação de Sementes

Sílvia Floresta

É preciso que tu aprendas a recolher e a conservar as tuas próprias sementes contribuindo assim para a preservação das variedades tradicionais antes que se percam.
Esta oficina oferece algumas técnicas de recolha e conservação de sementes, de sementeiras e de multiplicação de espécies vegetais.
Vamos falar sobre as razões das sementes estarem em perigo, biodiversidade,  agricultura bio-intensiva, solo, água, climas para cultivo, produção de sementes e culturas ricas em nutrientes!
Solos saudáveis fazem plantas saudáveis e pessoas felizes!

recolha e Conservação de Sementes

Tem uma enorme paixão por sementes e acredita que o futuro das variedades tradicionais é a sua preservação e a liberdade para todas as sementes.
Estudou botânica e regeneração de solos e ao trabalhar no Parque Natural de Sintra em propagação de plantas, recolha e conservação de sementes onde contactou com cerca de 900 espécies vegetais da flora da região. Uma das suas actividades principais é a recolha e conservação de sementes de espécies altamente ameaçadas.
Em 2008, fundou o projecto de educação ambiental – Permacultura nas Escolas e desde então tem trabalhado com várias escolas, dentro e fora da sua comunidade.
Integrou vários projectos de hortas comunitárias e envolveu-se activamente e de forma voluntária na campanha pela sementes livres, participando na recolha de variedades tradicionais junto dos agricultores.
Em 2012 esteve na Austrália no Permaculture Research Institute e desde então tem organizado vários cursos em Portugal com outros professores.

Construção de ninhos para abelhas solitárias

Andreia Albernaz Valente / Apis Domus

Máximo 12 participantes, recomenda-se inscrição prévia para: convergenciapermacultura@gmail.com

Existem três formas de organização social entre as abelhas: solitária, comunitária e colonial.
As abelhas solitárias vivem de forma independente, as comunitárias vivem num “condomínio” em que partilham uma entrada comum, mas cada uma vive no seu orifício de forma autónoma, as coloniais vivem em conjunto e trabalham para o bem comum.
As abelhas solitárias podem construir o ninho em locais tão diferentes como no chão, em madeira morta, em orifícios construídos por elas ou por outros insectos, cascas de caracóis vazias, talos ocos de plantas, etc.
Nesta oficina propõe-se a construção de pequenos ninhos para abelhas solitárias, com materiais reciclados, sublinhando o papel destas e doutras abelhas no equilíbrio dos ecossistemas.

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Andreia Albernaz Valente, 34 anos, natural de Lisboa e actualmente residente em Mora. Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, sempre sonhou poder aliar a ciência à prática na área agrícola. O rumo tem sido construído a espaços, por vezes mais próximo, outras mais distante deste propósito. Pós-graduada em Biologia da Conservação, pela Universidade de Évora, e em Agricultura Sustentável, pelo MAICh (Grécia), está a terminar tese de mestrado centrada na biodiversidade de polinizadores. Conta em breve iniciar um projecto similar no Parque Ecológico do Gameiro (Mora). Em paralelo, dá largas à criatividade através do trabalho artesanal em cortiça. Sempre que tem oportunidade, partilha o que vem aprendendo em pequenas apresentações ou oficinas.

Oficina de costura criativa| REVESTIR

Projecto Matriz

A Loja solidária (Re)vestir existe desde a 3ª geração do Programa Escolhas e focalizou a sua intervenção até ao momento na doação de roupa a famílias carenciadas, no entanto estamos a potenciar esta atividade como motor de inclusão social para mulheres desempregadas.
A Loja Solidária de apoio à comunidade prende-se com a convicção de que esta experiência pode, por um lado, constituir uma solução pragmática para algumas das dificuldades das famílias e, por outro, pode criar condições básicas que permitam incentivar a solidariedade, enquanto fator de coesão social.
Pretendemos com a (RE)Vestir transformar um recurso já existente – a Loja Solidária, numa nova perspetiva que incremente a criatividade e o empreendedorismo nas mulheres em situação de desocupação.
Assim, pretendemos, através da reconversão do projeto inicial e com o auxílio de parcerias locais (Câmara Municipal do Fundão e Associação Comercial), promover o envolvimento de mulheres na reconversão das roupas em acessórios de decoração e utilidades criando desta forma condições para gerar receitas e auto emprego das mulheres envolvidas com o objetivo de tornar esta iniciativa sustentável e que contribua para a definição de projetos de vida mais satisfatórios.

Esta intenção de crer tornar esta iniciativa sustentável, começa a ganhar forma, pelo que citamos a seguir alguns trabalhos vendidos e outros feitos nas oficinas de costura criativa, que evidenciam a aquisição de competências por parte das participantes: Conceção dos troféus para a 4ª e 5ª Mostra Canina Nacional; Decoração de Natal da zona antiga da cidade do Fundão; Sacos Cogus Box; Bibes para a Creche Cantinho do Mimo.

 

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O projeto Matriz, foi aprovado no âmbito da candidatura à 5ª Geração do Programa Escolhas, no entanto, a intervenção vem desde 2007. Tem como entidade Promotora e Gestora: CACFF- Centro Assistencial Cultural e Formativo do Fundão. O projeto existe com o objetivo de promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos socioeconómicos mais vulneráveis, desenvolvendo várias atividades que promovam a inclusão escolar, educação não formal, dinamização comunitária, cidadania, inclusão digital, e empreendedorismo e capacitação dos participantes diretos no projeto.

Oficina Hidromel

Harald Hafner

O hidromel, uma bebida fermentada de mel e água, é provavelmente a bebida alcoólica mais velha da história humana. Era muito popular durante os tempos medievais e historicamente ganhou fama como bebida de eleição dos povos do norte da europa especialmente os Viquingues, e como bebida dos deuses na mitologia grega. Hoje em dia esta outra vez em plena moda e ganha cada vez mais adeptos especialmente no seguimento do boom das cervejas artesanais.

Em Portugal esta ainda pouco conhecida, apesar de ser muito fácil de confeccionar……..

A oficina, guiada por Harald Hafner, trata de oferecer os conhecimentos básicos necessários para começar a experimentar com os primeiros garrafões próprios desta bebida. Vamos a conhecer algumas técnicas e receitas básicas e simples e falar dos estilos variados e diversos de hidromeis que conseguimos produzir com ingredientes disponíveis em qualquer casa ou quinta…..

Harald Hafner
Master Beekeeper e técnico apícola
Mestrado da Escola Apícola de Warth na Áustria 2011: http://www.lfs-warth.ac.at/de/imkerschule/
Apicultor desde 1998
Apicultor profissional desde 2003 (República Dominicana, Portugal)
Residente em Portugal desde 2006 em Mangualde na Beira Alta, onde trata das suas aproximadamente 250 colmeias. https://www.facebook.com/aabelhaazul?ref=hl
Desde 2011 começou por partilhar os seus conhecimentos técnicos profundos e a sua paixão pelo mundo das abelhas e da apicultura com uma crescente rede de novos apicultores perante cursos e workshops no país inteiro. (mais de 400 futuros apicultores formados)
Tem experiência com abelhas de diferentes raças e temperamentos em climas diferentes e com vários tipos de colmeias. O seu interesse inclui os habitats das abelhas, a sua importância para a ecologia e a interligação da apicultura com a nossa cultura e alimentação. A sua aptidão de observação, curiosidade e abertura para novos caminhos dão profundidade e animação à formação. Sendo um bom polinizador ele próprio, anima e inspira a aprendizagem e partilha contínua dos seus ex-alunos.

Cursos:
Jardim Botânico Coimbra
Paredes (com Paredes em Transição): http://paredes-em-transicao.blogspot.pt/
Porto (com Raízes): http://raizesblog.blogspot.pt/
Coimbra – Granja de Ulmeiro ( com Coimbra em Transição): http://coimbraemtransicao.wordpress.com/ ,http://coimbraemtransicao.wordpress.com/eventos/2013-2/curso-de-apicultura/#unique-identifier4
Sintra (Quinta do Luzio): http://quintadoluzio.wordpress.com/
Mangualde: https://www.facebook.com/events/438055959614514/
Madeira: https://www.facebook.com/events/574043626016515/
Aveiro: Apiário Pedagógico da Quinta Ecológica da Moita https://www.facebook.com/QuintaEcologicadaMoita

Introdução à comunidade de trocas Estrela (Introduction to Estrela Community Exchange)

Steve Cassidy

Estrela Community Exchange is a model for a new form of economy. In this interactive presentation/workshop, I will show how important it is to change our economic system, and how we answered the challenge by building Estrela Community Exchange. The presentation is in three main parts:

• What’s wrong with our current money system?
We look at how all our national money is created as debt by private businesses (as per the animated film “Money As Debt” by Paul Grignon, for example). I will explain in just a few words how this causes most of the serious problems the world is facing today; and this will lead on to a group discussion of how our many problems are interconnected and derive in common from the requirement to pay interest on the debt money. We will see that this system is so deeply embedded in our society and culture that we find it hard to imagine other ways of organising an economy.

• A more democratic alternative
I start by making clear how important it is for money to be in the control of the people who use it. Then, working interactively with the participants, I show how we can design a basic, democratic money system based on simple barter. This is a system known as mutual credit; it can be seen as a type of offset barter, made possible by the concept of universal value.

• Estrela Community Exchange
Estrela Community Exchange is an internet-based mutual credit scheme based on these ideas. I will outline how it works, how we started it, and what we’ve learned in the two years that it has been operating.

estrela

My background is in science and technology; certainly not in economics or money systems. However, since an early age I’ve had an interest in alternative modes of society and community, and I’ve long been dissatisfied with our economic system. When the idea of an alternative currency for our area of Portugal came up in a discussion with some friends, I began researching the possibilities – and this led me, a couple of years later, to call the meeting that set us on the road to Estrela Community Exchange. While journeying on that road, which we have been travelling for five years now, I’ve learned a great deal about money systems in the wider sense, but also the problems and issues involved in setting up an alternative system (and convincing people to use it).

Danças Tradicionais Europeias

Alcina Cerdeira e Universidade Sénior do Fundão

Encerramos a Convergência de Permacultura em grande festa com as Danças Tradicionais Europeias orientadas por Alcina Cerdeira (Vereadora da Educação da Câmara Municipal do Fundão) e Universidade Sénior do Fundão.

As Danças Tradicionais Europeias têm origem em aldeias europeias onde as pessoas se juntam e expressam a sua cultura na forma da dança. São uma actividade em crescente expansão na Europa, uma vez que para além de promoverem a recuperação de um património ancestral riquíssimo, potenciam o diálogo intergerações e intercultural, contribuindo fortemente para o espírito comunitário das pessoas envolvidas.

Danças

A Academia Sénior do Fundão foi fundada em Maio 2007, pelo Centro Assistencial Cultural e Formativo do Fundão (CACFF), Instituição Particular de Solidariedade Social.
Esta Academia tem como principal objectivo melhorar a qualidade de vida dos seniores através da realização de actividades sociais/culturais, de formação formal e informal, de desenvolvimento social e pessoal, de solidariedade social, de convívio e lazer para maiores de 50 anos.

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